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Coliseu em festa para comemorar dois anos de vida

A Gala do 2º aniversário do Coliseu José Rondão Almeida decorreu este sábado dia 1 Novembro, pelas 21.30 horas.

 

Um espectáculo  com cerca de 3 horas muito publico e bons momentos de música portuguesa

 

A Gala Iniciou com o jovem José Luís Geadas a interpretar o tema “Ò Elvas O Elvas” do artista elvense Paco Bandeira, enquanto desfilavam pelo palco dezenas de crianças com objectos luminosos criando momentos de muita cor.

 

Pelo Palco do Coliseu José Rondão Almeida passaram grandes nomes ligados à música portuguesa, Simone de Oliveira, Rita Guerra, Mafalda Arnaut, Lenita Gentil, António Pinto Bastos, Alexandra, Academia de Dança e Artes Representativas de Elvas, Soraya Branco, Grupo Adiafa, Marina Mota, José Gonzalez, grupo Bi-Don entre alguns momentos Musicais da Broadway .

 

De destacar e pela primeira vez no Coliseu, alguns fadistas cantaram enquanto passeavam a cavalo ou montados numa charrete. Após finalizar cada actuação os artistas eram transportados em volta da praça numa viatura dos anos 50 enquanto o público os aplaudia.

 

Um dos pontos altos do espectáculo foi a sessão de imitações de famoso artista Chico Dias que proporcionou aos presentes momentos de boa disposição.

 

De seguida foi a vês de Carlos Malato subir ao palco e chamar o presidente do município Elvense José Rondão Almeida.

 

Rondão Almeida referiu durante a sua intervenção a grande utilidade daquelas instalações e agradeceu os cerca de cento e catorze mil visitantes que já passaram por aquela casa durante dois anos.

Agradeceu também aos seus colaboradores, aos Bombeiros Voluntários de Elvas, à Cruz Vermelha e aos Agentes de Segurança.

 

“Esta foi uma aposta certa” destacou Rondão Almeida, “não seria possível fazer-se um espectáculo desta natureza se não existisse o Coliseu de Elvas”. E continuou “ no Alentejo e Extremadura Espanhola não há casa para espectáculos desta natureza que possam levar em termos de lotação mais de seiscentas pessoas, hoje aqui estão cerca de quatro mil e ainda cabiam mais duas mil, por isso para todos aqueles que pensavam que o Alentejano iria construir um elefante branco, as cento e catorze mil pessoas que ao longo destes dois anos por aqui passaram levam-nos a concluir que fazia falta no Alentejo uma casa assim, por isso um obrigado a todos”.

 

No final e quando o relógio já marcava cerca da uma da madrugada de Domingo todos os artistas subiram ao palco para cantar os parabéns e partir o bolo de aniversário.

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