O Centro Recreativo e Popular da Boa-Fé acolheu, na tarde de sexta-feira, uma reunião entre a Câmara Municipal de Elvas e os residentes dos 132 fogos da Boa-Fé

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O Centro Recreativo e Popular da Boa-Fé acolheu, na tarde de sexta-feira, uma reunião entre a Câmara Municipal de Elvas e os residentes dos 132 fogos da Boa-Fé, com o objetivo de fazer um ponto de situação das obras em curso, esclarecer dúvidas e, sobretudo, ouvir os moradores sobre os problemas identificados durante a execução dos trabalhos.
A sessão começou com a apresentação, por parte do presidente do Município, comendador José Rondão Almeida, da equipa da Câmara Municipal de Elvas que está a acompanhar a empreitada, bem como dos responsáveis da empresa encarregue da execução dos trabalhos, permitindo aos residentes conhecer os interlocutores que acompanham diariamente a intervenção.
Com um investimento de cerca de quatro milhões de euros, a empreitada contempla uma intervenção significativa nos blocos habitacionais, tendo como principal objetivo a melhoria da eficiência energética e das condições de conforto das habitações.
Entre os trabalhos que estão a ser realizados encontram-se a substituição de cozinhas, janelas e portas, assim como a instalação de equipamentos de ar condicionado, num conjunto de intervenções destinadas a melhorar as condições de habitabilidade e o desempenho energético dos edifícios.
A reunião teve, no entanto, como principal propósito ouvir diretamente os residentes e perceber quais os problemas que têm surgido no decorrer da obra, em que blocos e habitações se verificam e quais as situações que necessitam de uma resposta ou acompanhamento mais próximo.
Ao longo da sessão, os moradores tiveram oportunidade de colocar questões, apresentar situações concretas e esclarecer dúvidas relacionadas com a execução dos trabalhos. As questões levantadas foram sendo respondidas pelo presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, e pelo responsáveis pelo acompanhamento da obra da empresa.
A autarca salientou a importância deste contacto direto com os moradores, sublinhando que uma intervenção desta dimensão, realizada em edifícios habitados, exige um acompanhamento permanente e uma articulação próxima entre o Município, o empreiteiro e os residentes.
A reunião permitiu, assim, identificar situações que necessitam de acompanhamento e prestar os esclarecimentos solicitados, ficando reforçado o compromisso de continuar a acompanhar de perto a execução da empreitada e a procurar resolver os constrangimentos que possam surgir até à conclusão dos trabalhos