Porque Amo o Meu País e o Meu Alentejo!
Comunicado:

Sou candidato do MEP – Movimento Esperança Portugal pelo círculo de Portalegre porque amo o meu país e o meu Alentejo. Num momento particularmente difícil, em que as contas do país sem encontram num estado absolutamente catastrófico, importa perceber que existem regiões em estado de verdadeira emergência social. O interior de uma forma geral e o distrito de Portalegre em particular.
É por isso que a cada dia que passa é mais doloroso e confrangedor percorrer os caminhos do meu Alentejo e ver o deserto em que se estão a transformar algumas localidades ou o estado de abandono a que temos votado os nossos campos, fruto da manifesta incapacidade em criar novas industrias, diversificar o comércio e modernizar a agricultura, de forma a gerar empregos e a consequente fixação da população jovem no distrito.
É por isso que a cada dia que passa é mais doloroso e confrangedor ver o estado de profunda descrença, de profunda desesperança e de profunda resignação com que jovens e menos jovens são obrigados a partir em busca de um amanhã melhor, que cá já não conseguem encontrar. Só nos últimos dois anos, o desemprego subiu 8,5%, caminhando a passos largos para os 10 000 desempregados no distrito. E nos mesmos dois anos o desemprego de longa duração subiu 61,68%. Uma verdadeira calamidade, que demonstra bem a falta de dinamismo da economia e do mercado de trabalho para absorver aqueles que por um ou outro motivo caiem nesta situação.
É por isso que a cada dia que passa é mais doloroso e confrangedor ver o estado de profunda solidão e abandono a que condenamos todos os dias os nossos idosos, agora também privados de alguns dos mais elementares cuidados saúde, consequência da irresponsabilidade governativa no corte cego e abrupto do transporte de doentes.
Foi o por tudo isto e para dar voz a uma população que à muito a perdeu que aceitei o convite do Rui Marques e do MEP – Movimento Esperança Portugal para ser candidato nesta eleições. Mais uma vez cá estou a dar a cara pelo distrito de Portalegre, assumindo os riscos e os incómodos que hoje a política acarreta pelo estado de descrédito a que chegou.
No tempo de tempestade que atravessamos, e que se agravará num futuro muito próximo, considero que estamos todos convocados a trabalhar na construção de um novo rumo que devolva ao distrito de Portalegre um horizonte de esperança há muito tempo perdido.
Se conseguirmos mobilizar a energia de todos, o melhor de cada um nós, com trabalho árduo, com coragem, com esforço, com determinação, estou certo que nós seremos capazes de vencer todas as adversidades.
As famílias do distrito mais pobre do país precisam do MEP para as ajudar a enfrentarem as tremendas dificuldades que têm pela frente, sem deixar nada, nem ninguém para trás. Particularmente neste tempo difícil, em que um violento impacto se vai sentir com as medidas de austeridade, quero ser um defensor de uma “Prioridade às famílias” através de políticas públicas que protejam as mais vulneráveis naquelas que são as suas maiores ameaças ou preocupações: desemprego, aumento do custo de vida, endividamento, aumento das taxas do crédito à habitação, apoio ao cuidado das crianças e dos idosos. As famílias do distrito de Portalegre precisam do MEP para construirmos juntos um país com maior coesão social, mas também com maior coesão territorial.
Será esse o meu compromisso, caso venha a ser eleito deputado pelo MEP – Movimento Esperança Portugal.
Alberto Rebola
Cabeça-de-lista pelo círculo de Portalegre
