Dirigente dos bombeiros preocupado com ausência de coordenação dos governadores civis

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Joaquim Rebelo Marinho pede audiência ao MAI

Dirigente nacional dos bombeiros muito preocupado com ausência de coordenação dos governadores civis

Joaquim Rebelo Marinho, director de formação da Escola Nacional de Bombeiros e candidato a presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, mostra-se muito preocupado com a actual ausência das funções de coordenação dos  meios de protecção civil que cabiam aos governadores civis e apela publicamente ao ministro da Administração Interna para que com a máxima urgência redestribua tais funções.

Rebelo Marinho, que foi, nomeadamente, presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e é actualmente também presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Viseu, onde se situa uma das maiores manchas florestais do País, lembra a época alta de fogos em que já entrámos referindo que a sua candidatura vai pedir uma audiência breve com o novo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, como forma de o sensibilizar para o problema.

Recorda Rebelo Marinho que cabiam aos governadores civis não só toda a responsabilidade política de protecção civil mas igualmente a coordenaçao e articulação dos diversos agentes assim como o desencadeamento de acções de protecção civil. Desta forma, na sua qualidade de presidentes das Comissões Distritais de Protecção Civl cabiam aos governadores civis o accionamento dos planos distritais de emergência, a requisição e accionamento de meios supra municipais e até a solicitação de colaboração das Forças Armadas, caso se justificasse.

Todas estas funções carecem actualmente de titular e precisam de ser novamente e urgentemente atribuídas, antes que se note tal ausência na prática, com consequências que poderão redundar em prejuízos graves – defende.

São áreas que cabem ao governador Civil,que estão sem titular e que convinha que fosse rapidamente definido quem as assume.

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