JS de Elvas diz que as declarações da JP são iguais às intervenções públicas de Tiago Abreu

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Concelhia de Elvas da JS

Decorreu esta tarde, sexta-feira 25 de Janeiro uma conferência de imprensa promovida pela concelhia da JS de Elvas.

Marco Matroca, presidente da JS (Juventude Socialista) na sua intervenção salientou que a JP (Juventude Popular) foi insensível nas declarações que proferiu na última conferência de imprensa sobre os apoios sociais da CMElvas. “Fica bem claro através de tais amargas e insensíveis declarações, o sentimento de solidariedade, igualdade e entreajuda para com os que mais sofrem que domina o pensamento dos nossos estimados opositores. Curiosas declarações essas, retiradas a papel químico daquilo que são as intervenções públicas do Sr. Tiago Abreu”. Referiu.

O Presidente da JS, afirmou ainda que a oposição está a usar um novo método. “AGORA é que o Sr. Tiago Abreu descobriu uma nova estratégia: Meter dois jovens do seu partido a dizer mal da Câmara, que é a única entidade que vai ajudando as pessoas que o Governo do PSD e CDS vai deixando na miséria, para tentar sair bem na fotografia e não assumir as responsabilidades do seu partido”.

Rui Jesuíno, o segundo elemento a intervir, destacou as preocupações da Juventude Socialista de Elvas no que se refere à saúde e ao emprego. “Nós estamos preocupados com o futuro do nosso Hospital, como se demonstra através da reunião ocorrida ainda esta semana. O desemprego é infelizmente hoje uma preocupação nacional e mundial; não apenas de Elvas. Talvez não saiba a JP do apoio e incentivos à criação de empresas e de emprego que o município tem feito desde há vários como é o caso do projeto FAME, os loteamentos de zonas industriais, a redução e abolição taxas e impostos, etc”.

Rui Jesuíno disse ainda, quando a JP (Juventude Popular) de Elvas fala em emprego para os jovens, o que devia fazer era percorrer os concelhos vizinhos e perguntar a todos os jovens se têm um emprego e uma vida próspera.

O que muito provavelmente os jovens desses concelhos vizinhos lhes diriam é que não têm uma Câmara Municipal com uma saúde financeira de tal ordem que lhe permita ocupar cerca de 300 jovens e lhes paga uma retribuição mensal enquanto não encontram o seu primeiro emprego”.