Bloco de Esquerda já tem candidato à Câmara de Elvas

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Comunicado:

Francisco Luis Mocinha Castelo

Francisco Luís Mocinha Castelo candidato  pelo Bloco Esquerda, à CâmaraMunicipal de Elvas, nas próximas eleições autárquicas, garantindo que o seu partido é a cidade de Elvas.

“…Sou candidato à presidência da Câmara Municipal numa lista – que se apresentará à Câmara Municipal, à Assembleia Municipal e a todas as freguesias sem excepção…” garantindo que “…nesta lista não cabe só a cidade de Elvas, mas cabe a cidade e todos os elvenses…” e reiterou que a sua candidatura foi “…gerada e animada pelo Núcleo Concelhio do Bloco Esquerda Elvas”.

“…Na verdade, pela primeira vez na cidade de Elvas existe uma candidatura bloquista, uma candidatura autenticamente feita para trabalhar com honestidade e seriedade e transparência por Elvas e pelos elvenses.

O meu partido é lutar pela cidade de Elvas, apostar no seu desenvolvimento, apostar na criação de emprego, apostar nos jovens, que as empresas se restabeleçam no Concelho, apostar nas áreas de acção social e dos que mais necessitam de cuidados e de ajuda!

Francisco Luís Mocinha Castelo frisa ainda que: “… a candidatura não será todavia um movimento contra os partidos da oposição ou contra as instituições e que estará, sempre e em qualquer circunstância, contra toda e qualquer forma de populismo ou de demagogia…”

“…Quero dizer aos elvenses que o Núcleo Concelhio de Elvas do Bloco Esquerda não permitirá, e que a cidade de Elvas não será porque não o desejamos, uma cidade de negócios mirabolantes ou de iniciativas megalómanas como nestes últimos vinte anos!

Sou candidato à camara, por motivação pessoal também. Não encaro o ser Presidente de Câmara como um emprego, mas como um projecto. E, portanto, julgo que é o momento para se abrir um novo ciclo autárquico e acredito, que junto com os elvenses e com a minha equipa, que consigo congregar um conjunto de ideias e pessoas com vista a levar a efeito um projecto de sucesso para o concelho de Elvas!

Durante estes últimos meses tenho sido abordado de forma insistente, nas ruas, por pessoas, desde empresários a agricultores, passando por funcionários da autarquia ou operários, com o meu nome a surgir como possível candidato.

Sempre lhes disse que chegasse a altura, analisaria a situação, foi o que aconteceu e aqui estou a apresentar-me como candidato à Câmara Municipal de Elvas.

Sou candidato a câmara porque acredito que podemos construir um caminho de sucesso para o concelho de Elvas.

E faço-o com a grande convicção de que posso dar o meu contributo ao meu concelho. Esta não é uma candidatura puramente partidária. Tenho recebido nos últimos meses muitos contactos de pessoas de outros quadrantes políticos, de todas as áreas da sociedade civil e de pessoas sem qualquer ligação partidária. E é com essa abrangência que vamos construir esta candidatura. Será uma candidatura das pessoas deste concelho e para as pessoas deste concelho. A minha principal bandeira é a do concelho de Elvas.

Neste momento, estamos a trabalhar com um vasto conjunto de pessoas. Criámos um gabinete de estudos que conta com a colaboração de mais de 15 pessoas de várias áreas profissionais, empresariais e políticas, que estão a analisar, em determinadas áreas, aquilo que é hoje a realidade do concelho e aquilo que se pode perspectivar no futuro e, com esse trabalho, dentro de relativamente pouco tempo, chegaremos a um conjunto de conclusões e propostas para colocar à consideração das munícipes do nosso concelho, debater com eles em fórum abertos e acolher também as suas ideias e visões de futuro.

Uma coisa é certa: não faz sentido nem é meu estilo, nesta altura a sete meses das eleições, aparecer a prometer coisas que sejam impossíveis de realizar. As pessoas não aceitam mais isso e não é esse o objectivo que se pretende.

Ora, sem ter esse programa fechado, não tenho a mínima dúvida de que vamos trabalhar em duas áreas fundamentais: as pessoas e as empresas.

A câmara municipal é vista por todos como uma grande entidade que ajuda a resolver os problemas das pessoas e que, neste momento, é muito solicitada numa perspectiva social. Portanto, as pessoas têm dificuldades e recorrem, em primeiro lugar às juntas de freguesias, mas essencialmente às câmaras. Para que a câmara municipal continue a fazer esse trabalho social que faz, e até possa fazer mais, terá que ter receitas. E para que haja receitas, é preciso que as empresas e as pessoas desenvolvam actividades. Portanto, se não houver empresas e pessoas a trabalhar, a câmara não poderá fazer milagres.

A nossa actuação futura centrar-se-á nestes aspectos: primeiro, tentando ir buscar

mais empresas para o nosso concelho com ofertas tentadoras, tentando que o tecido produtivo se alargue e seja solidificado; e, por outro lado, ajudando as pessoas.

Temos claramente a noção de que este não vai ser um período de mais obras ou de mais asfalto, porque toda a gente hoje conhece, não vale a pena esconder a realidade do país e das autarquias, a dificuldade de obtermos receitas e as responsabilidades acrescidas face à maior procura de apoios sociais. Portanto, vamos centrar o nosso trabalho, desde a primeira hora, no apoio às pessoas e no apoio às empresas. Esse será o principal foco que me motiva, que nos leve a apresentar novos projectos. É para isso que vamos trabalhar.

Não podemos ter pessoas no nosso concelho que passem fome ou que tenham

dificuldades sociais graves. Mas tudo isto é um ciclo, em que se as empresas produzirem mais, as pessoas terão mais. Vamos ter de ir junto das pessoas de outros concelhos ou de outras regiões e mostrar-lhes as vantagens que existem no concelho, pelos equipamentos, pelo conjunto de acessibilidades, se calhar até pelos benefícios fiscais. Como se sabe, as câmaras têm alguma capacidade de libertar as pessoas nalguns impostos e taxas e vamos apostar nessa matéria. Hoje em dia, as pessoas não têm capacidade para aguentar mais aumentos de impostos. As entidades públicas terão de pensar o que fazer para ajudar o cidadão, porque não há lugar para aumentar o IRS e outros impostos. Ao aumentar, estamos a estrangular.

Tenho a clara noção de que o país precisa de tudo aquilo que consegue para pagar dívidas que são fruto de erros cometidos ao longo de muitos anos, mas a realidade é só uma: se queremos tornar-nos num concelho mais competitivo teremos de ser competitivos nessa matéria. É neste contexto que vamos ter de focar o nosso trabalho e o programa a apresentar às populações.

Enquanto não se criarem mais postos de trabalho no interior, vai ser difícil fixar pessoas que não seja em regime de dormitório.

Temos projectos previstos para o Concelho, com grande significado, que poderão criar postos de trabalho e fixar pessoas.

E, de facto, a palavra renovação está sempre presente.

Por outro lado, fiz uma aposta clara na juventude. A nossa equipa tem uma média de idade até aos 50 anos, e da qual não me arrependo, com ideias claras e precisas sobre o que é preciso para o seu concelho;

Nós temos um conceito, nós temos um valor, nós temos projectos para esta cidade, nós temos uma escala de valores: queremos e podemos fazer de Elvas uma cidade de emprego, uma cidade de trabalho, queremos que Elvas volte a ser aquilo que sempre foi: a “Rainha da Fronteira”, cidade de trabalho, e acima de tudo a verdadeira preocupação pela nossa gente!

Francisco Luís Mocinha Castelo

Dirigente do

Núcleo Concelhio do

Bloco Esquerda Elvas