Calçado e vestuário lideram intenções de compra no “regresso às aulas”

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Num estudo desenvolvido recentemente pelo Observador Cetelem, aferiu-se que a intenção de consumo dos portugueses para o regresso às aulas recai sobre a aquisição de calçado e vestuário. 80% dos inquiridos afirma que pretendem comprar este tipo de produto ainda antes do início do próximo ano lectivo. Com a aproximação do regresso às aulas, os portugueses começam a pensar no que têm de comprar e no dinheiro que terão de gastar. Perceber quais são as suas intenções de consumo foi o objectivo deste estudo.

Quando o Observador Cetelem questionou os portugueses sobre as suas intenções de compra para o regresso às aulas, 80% declarou que pretende comprar vestuário e calçado; 69% pretende adquirir equipamento desportivo; 62% irá certamente ter despesas com pagamento de mensalidades de colégios e propinas e 57% tenciona ter despesas com artigos de informática. Entre as intenções de compra menos citadas encontram-se os artigos para a casa (38%), o telemóvel (22%) e os computadores (19%).

Quando questionados se costumam comprar o material escolar num único momento ou repartir ao longo do ano lectivo, os inquiridos dividem-se. Os inquiridos com filhos em idade escolar preferem fazê-lo num momento único (53%), os que são ainda eles estudantes  preferem fazê-lo ao longo do ano (64%).

«O objectivo principal do Observador Cetelem em desenvolver uma análise centrada nas intenções de consumo no regresso às aulas foi de perceber quais seriam as opções de compra dos consumidores num contexto económico bastante incerto. Não encontrámos um comportamento padrão, mas antes tendências bastante divididas, o que revela que a crise ainda não está a afectar o consumo nesta época do ano. Contudo, prevemos que em 2012, os resultados possam ser bastante distintos», defende Conceição Caldeira Silva, responsável pelo Observador Cetelem em Portugal.

Esta análise foi realizada em colaboração com a Nielsen e aplicada, através de um inquérito quantitativo, a 600 indivíduos de Portugal Continental, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, entre o período de 27 a 29 Junho. O erro máximo é de +0,4 para um intervalo de confiança de 95%

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