Chegou a nova colheita do Marquês de Borba Tinto 2024
A marca mais conhecida da casa João Portugal Ramos tem nova colheita no mercado: o Marquês de Borba Colheita Tinto 2024. Este vinho tinto guloso, composto pelas castas Alicante Bouschet, Aragonez, Trincadeira, Touriga Nacional, Petit Verdot e Merlot, é um fiel representante da região do Alentejo. Com 14º C de grau alcoólico, este vinho que estagiou em meias pipas de carvalho francês e americano (de segundo e terceiro ano) durante 6 meses, caracteriza-se por uma excelente concentração aromática.
No nariz, é intenso – com fruta, aromas de amoras, cassis e compotas. Na boca, demonstra ter bom equilíbrio, entre fruta, acidez e taninos suaves. Uma boa aposta para os pratos do outono que se avizinha.
Segundo o enólogo João Maria Portugal Ramos, “após quase 30 anos no mercado, o Marquês de Borba, com a sua concentração, generosidade de fruta e frescura, mantem-se uma expressão fiel daquela que é a nossa interpretação de um vinho do Alentejo” . O nome “Marquês de Borba” surge da feliz coincidência das vinhas e adega de João Portugal Ramos estarem localizadas na sub-região de Borba, e de um tio ter o título nobiliárquico Marquês de Borba, título este criado em 1811. Este novo Marquês de Borba Colheita continua a fazer jus à qualidade e tradição deste perfil de vinho de um dos mais emblemáticos produtores alentejanos.
PVP indicativo: 7,49€
Sobre João Portugal Ramos:
João Portugal Ramos, um dos mais reconhecidos enólogos portugueses, dá nome ao Grupo (JPRV), que em 2022 celebrou 30 anos de existência. O Grupo João Portugal Ramos Vinhos produz e exporta cerca de 60% dos vinhos para mercados além-fronteiras como Polónia, Suécia, Estados Unidos da América, Brasil, China, Angola, Bélgica, Canadá, entre outros. As suas internacionalmente premiadas marcas de vinhos provêm de regiões tão distintas como Alentejo, Douro, Beiras e Vinhos Verdes, procuram dar rosto e um lugar de destaque internacional a todos os vinhos portugueses, sendo as suas marcas mais emblemáticas Marquês de Borba e Duorum. Antes de fundar a JPRV, João Portugal Ramos foi consultor-enólogo de várias adegas do país, tendo tido uma enorme influência na forma como o setor evoluiu quer na qualidade, quer no reconhecimento internacional. Hoje, o Grupo afirma-se como um elemento de desenvolvimento económico e vinícola, uma voz incansável procurando sempre o justo reconhecimento do vinho português no mundo.

