Conferência Cidades do Futuro contou com a presença da Ministra da Agricultura e do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa

O futuro está nas cidades, consideradas um vetor determinante para a economia global, defenderam ontem reconhecidas personalidades da política e da economia nacional, no âmbito da conferência Cidades do Futuro, que se realizou no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, numa parceria entre a IBM e o Jornal Expresso.
“A visão do Governo é muito condizente com este fundo verde e azul da IBM e com a integração do ambiente”, comparou Assunção Cristas, Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, no seu discurso de abertura da sessão. “É importante termos noção de que hoje os países são valorizados à luz do que é o seu modelo de desenvolvimento sustentável e dos projetos de economia verde. E devemos ter presente que as cidades do futuro são cidades bonitas, no sentido em que o bonito é sinónimo do bom”.
O importante, assumiu também Assunção Cristas, “é transformar as cidades em pólos de atratividade nacional e internacional, capazes de atrair pessoas capazes de as tornar mais inteligentes e inovadoras”.
O Presidente da IBM Portugal, António Raposo de Lima, reforçou que “a IBM está a participar em projetos de transformação de cidades em todo o mundo, resolvendo problemas sérios, facilitando a construção de cidades mais sustentáveis e mais competitivas”.
“Mesmo neste contexto atual de contenção, de austeridade e diminuição de recursos, é possível avançar para cidades mais eficientes. Até porque ser prudente hoje em dia exige que, na maioria das vezes, se seja audaz”, sublinhou António Raposo de Lima.
A sessão contou ainda com a descrição de dois casos de sucesso de cidades mais inteligentes graças à tecnologia IBM: Málaga, em Espanha, pela voz de Mario Cortés, Vereador da Inovação, e o Rio de Janeiro, numa exposição dos IBMers Augusto Carvalho e Teresa Nascimento.
Também o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, definiu neste contexto três grandes objetivos para a capital portuguesa: “mais pessoas, mais emprego, melhor cidade”.
“É importante que a imaginação não tenha limites, porque pelo menos naquela cidade maravilhosa que é o Rio de Janeiro, o impossível já se tornou possível, servindo melhor os seus cidadãos”, concluiu António Costa.

