Elvas com Unidade de Hospitalização Domiciliária

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A Unidade de Hospitalização Domiciliária da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), sediada no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, entrou em funcionamento esta sexta-feira, dia 20, com a entrega de uma viatura, por parte da associação Coração Delta.

Esta data foi marcada com uma pequena cerimónia, que se realizou na unidade hospitalar elvense, em que marcaram presença o presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, José Robalo; o presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, João Moura Reis; da diretora clínica da ULSNA, Vera Escoto; do presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, e do comendador Rui Nabeiro.

Com esta nova unidade, a única a funcionar em todo o Alentejo, o concelho de Elvas passa a ter uma resposta diferenciada para os doentes do foro traumatológico, numa unidade que vai contar com cinco camas e uma equipa de cuidados que inclui médico, enfermeiros, fisioterapeutas, assistente social e assistente técnico, e que diminui o tempo de internamento no hospital, podendo receber cuidados em sua casa.

A hospitalização em domicílio apresenta algumas vantagens, nomeadamente maior comodidade para o doente, maior recuperação funcional e libertação de recursos hospitalares.

O serviço de hospitalização domiciliária vai funcionar, em regime presencial, das 8 às 16 horas e em regime telefónico, das 16 às 8 horas e conta ainda com a colaboração da APARSIN, Associação Coração Delta e Câmara Municipal de Elvas.

A hospitalização domiciliária, enquanto modelo de prestação de cuidados em casa, afigura-se como uma alternativa ao internamento convencional, proporcionando assistência contínua e coordenada aos cidadãos que, requerendo admissão hospitalar para internamento, cumpram um conjunto de critérios clínicos, sociais e geográficos que permitem a sua hospitalização no domicílio, sob a responsabilidade dos profissionais de saúde que constituam uma Unidade de Hospitalização Domiciliária, com a concordância do cidadão e da família.

Genericamente, a hospitalização domiciliária servirá como uma alternativa ao internamento convencional, mas com assistência contínua, que permite reduzir complicações e infeções hospitalares, além de permitir gerir melhor as camas disponíveis para o tratamento de doentes agudos no Serviço Nacional de Saúde (SNS).