O que faz a diferença entre os países no futebol mundial?

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Futebol: o que determina certos países serem melhores que outros? 

Que critérios levam alguns países a serem melhores no futebol do que outros? Será apenas uma questão de ADN ou existem outros fatores envolvidos? Descubra…

Futebol é questão de ADN ou há explicações para uns países serem melhores?

Há vários países onde o talento para o futebol para estar nos genes das pessoas. Mas será que o talento para este desporto é algo que esteja apenas relacionado com o local de nascimento? Veja  o que determina certos países serem melhores que outros no futebol

Há quem diga que os brasileiros já nascem “com uma bola de futebol colada aos pés”, tal o talento inato que estrelas como Pelé, Garrincha, Ronaldinho ou Neymar demonstram com a redondinha. Mas há mais nações, como a rival argentina onde nasceram Maradona e Messi, onde o talento para o futebol está, aparentemente, no ADN de todas as pessoas. Será que isso se confirma?

A verdade é que vários fatores influenciam a paixão e crivam as diferenças entre os vários países no futebol. O número de praticantes, a história e feitos das seleções nacionais e principais equipas, a quantidade de espaços para praticar a modalidade e até a quantidade de espaços online como Site de apostas de futebol são alguns motivos. Mas em outras nações em que fatores mais racionais, como a economia ou o incentivo à prática do desporto, ajudam a justificar as diferenças entre países no futebol mundial. 

Lendas fazem crianças sonhar

Se perguntarem hoje em dia aos meninos portugueses quem gostariam de ser quando crescerem, a resposta da esmagadora maioria será “Cristiano Ronaldo”. Como há alguns anos os pequenos queriam ser o Figo ou o Rui Costa, antes imitavam Futre e Chalana ou, recuando ainda mais, todos queriam repetir a carreira e os feitos do Eusébio. 

Esta associação entre os jogadores de futebol e a glória e reconhecimento existe em vários países e ajuda a explicar porque alguns deles são melhores que outros. O Brasil, com Pelé ou Neymar, a Argentina com Maradona e Messi são bons exemplos. Mas existem exemplos em mais nações, como todos aqueles que cresceram na Inglaterra para ser como Bobby Charlton, os franceses que queriam ser Platini ou os alemães que gostariam de chegar ao estrelato do “kayser” Beckenbauer. 

A demonstração de que a associação entre os feitos dos atletas e o sucesso das modalidades não é, no entanto, exclusiva do futebol. Basta pensar em todos os jamaicanos que hoje procuram ser o novo Usain Bolt para se compreender como o atletismo reina na Jamaica. Ou como a história e carisma de Michael Jordan, Larry Bird ou Lebron James faz da NBA um desporto-rei nos Estados Unidos.

Feitos do país também são explicação

Quando se olha para o reconhecimento alcançado pelo Brasil ou Alemanha com os seus vários títulos mundiais de futebol, isso também ajuda a justificar o sucesso da modalidade. Ou como no Uruguai o futebol tem sido sempre um sucesso desde os Campeonatos do Mundo alcançados na década de 1930. 

E há mais dados que demonstram isso, como o crescimento dos participantes de futebol em Espanha depois de “La Rioja” ter juntado os ceptros europeu e mundial. Por isso, o sucesso obtido pelas equipas nacionais a nível internacional também ajuda a explicar as diferenças entre países neste desporto.

Políticas e economias nacionais também explicam diferenças

Quando se olha para países mais pobres, também se percebe que o futebol e o atletismo são modalidades de sucesso por fatores económicos. Afinal, ao contrário do ténis, golfe ou esqui, não são precisos avultados investimentos em equipamentos para se jogar futebol. Isso é, aliás, um dos motivos para o futebol ser considerado o “desporto-rei” a nível planetário.

Mas, a criação de infraestruturas e fomento da prática desta modalidade pelos governos também ajuda a criar potências mundiais no futebol. Portugal, com a política de formação criada nos principais clubes, é um bom exemplo de que a organização ajuda a tornar o futebol um sucesso que passa além-fronteiras. 

E, se olharmos para os investimentos dos governos, há uma última explicação para o sucesso deste desporto no caso da China. Sabendo que o futebol contribui para o reconhecimento internacional dos países, o líder da grande nação asiática implementou um programa para a construção de 20.000 campos de futebol, procurando assim incentivar os jovens a praticar esta modalidade. O objetivo é colocar a China entre os melhores no mundo do futebol em 2050. Será que investir economicamente pode ser uma resposta para um país se tornar uma potência no futebol? A resposta será dada nos próximos anos…