Vinhos de Sousel com críticas muito positivas na imprensa
VINHOS DE SOUSEL COM CRÍTICAS MUITO POSITIVAS NA IMPRENSA
Há muito que os vinhos do nosso concelho colocam o Alentejo num patamar elevado do plano nacional vitivinícola.
A Herdade do Arrepiado Velho e a Herdade do Mouchão são dois bons exemplos da excelência dos nossos vinhos e prova disso são os inúmeros prémios nacionais e até internacionais que arrecadam regularmente.
Recentemente, o Jornal Económico destacou os novos rótulos dos vinhos Dom Rafael que em nada alteraram a qualidade da matéria-prima. “A nova imagem dos vinhos Dom Rafael marca o início de um novo capítulo na história da Herdade do Mouchão”, dizem os responsáveis da família Reynolds, acrescentando que “estamos perante o reflexo da permanente capacidade de renovação da adega para adaptação às novas tendências de consumo, procurando sempre preservar o passado com visão de futuro”.
Em comunicado, a Herdade do Mouchão explica que “os vinhos Dom Rafael estão prontos a beber. São ideais para as refeições do dia-a-dia devido à sua elevada aptidão gastronómica. Para acompanhar petiscos de paio e queijo de ovelha semicurado ou mariscos e peixes grelhados, recomenda-se a companhia do Dom Rafael Branco 2016, um vinho pleno de juventude caraterizado pela expressão aromática e excelente acidez, frescura e mineralidade. Na base estão as castas autóctones Antão Vaz e Arinto. Já o Dom Rafael Tinto 2014, o vinho tinto mais jovem da Herdade do Mouchão, resulta da combinação da inimitável casta Alicante Bouschet, a qual encontrou no Mouchão a sua primeira casa em Portugal, com as castas Aragonêz e Trincadeira. Caraterizado pela intensa cor granada, revela aromas a fruta em compota e especiaria, compondo um conjunto equilibrado que rapidamente evolui para um vinho encorpado. Ideal para acompanhar peixes assados ou carnes grelhadas”, avança o documento em causa.
A Herdade do Arrepiado Velho foi “notícia” na revista Fugas e, não é a primeira vez que o Público dedica uma publicação à adega de Sousel. Na última edição da revista Fugas, o novo Arrepiado Velho Petit Verdot 2015 recebeu uma excelente pontuação: 89. Explica a edição que a Petit Verdot não funciona bem na sua região de origem (Bordéus), mas dá-se bem sob o calor do Alentejo, onde pode mitigar o seu “verdor”. Os vinhos desta casta são conhecidos por serem “pesados, adónidos e pouco elegantes”, questão que o enólogo António Maçanita resolveu bem no Arrepiado Velho ao apresentar “uma versão mais seca, mais rústica e direta da casta”. O resultado “é interessante”, garantem. “Um tinto muito gastronómico, com o alto teor de álcool bem integrado num tanino vivo e numa boa acidez que proporciona uma boa prova e um bom final”.
MS
