Centro de Ciência do Café abre portas em Campo Maior

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O Centro de Ciência do Café (CCC), abre amanhã as portas em Campo Maior, um espaço único, inovador e moderno na Europa e que tem como objectivo proporcionar, a quem o visita, uma viagem interactiva ao mundo do Café.

 O novo Centro de Ciência do Café visa não só reforçar a oferta cultural mas também aumentar a oferta turístico-patrimonial da Região. Neste centro com características únicas, até mesmo a nível Mundial, os visitantes terão a oportunidade de obter um maior e mais rico conhecimento sobre o café, através de todas as temáticas relacionadas com este produto.

Com uma área total de 3426 m2, o Centro de Ciência do Café tem por missão a constituição de um grande centro nacional e internacional de difusão da cultura científica, tecnológica e social do café, contribuindo para inspirar e motivar os cidadãos para o conhecimento científico, para o empreendedorismo e para as novas formas de aprendizagem.

Neste novo espaço será possível conhecer todo o processo de produção, desde o cultivo à torra, e tudo o que o envolve até chegar à preparação, ao cheiro de um bom café, através de uma viagem no tempo: dos primeiros mitos que envolvem o café, às naus portuguesas ou até à época do contrabando entre Portugal e Espanha. No final o visitante fica a perceber porque é o café uma bebida consumida em todo o Mundo, e como este influenciou as artes e a literatura.

O Centro de Ciência do Café, que pretende ser uma referência nacional, apresenta uma clara aposta na utilização de cenografia, imagens e recursos interactivos adequados nas cinco áreas principais, divididos pelos três pisos do edifício:

Área 1: Da Planta ao Grão – Onde nasce e como cresce. Qual é a sua natureza e em que ambientes ganha forma e sabores.

Área 2: A Palavra Café – Qual é a sua origem e que sentidos e estímulos nos oferece?

Área 3: História do Café (Oriente, Europa, América e Portugal) – Quem teve a sorte de beber o primeiro café? E porquê e onde nasceu? Essas respostas têm uma boa história.

Área 4: A Transformação do Café – Da terra até à sua casa, restaurante ou escritório. Como se processa, da apanha à selecção, da torra à arte de saborear.

Área 5: O Consumo do Café – Sabia que o café é consumido em todo o Mundo, e que todo o Mundo o bebe de maneira diferente?

O Centro de Ciência do Café é da responsabilidade da Associação do Centro de Ciência do Café, presidido pelo Comendador Rui Nabeiro, foi desenhado pelo arquitecto João Simão da DIADE, Arquitectura e Design. O edifício contempla espaços públicos livres (estacionamento, acolhimento e recepção, sanitários, loja, bar/cafetaria, biblioteca), e também espaços públicos acessíveis, desde um auditório com 125 lugares sentados e um espaço para promoção de exposições temporárias bem como uma estufa.

Está aberto ao público de terça-feira a sábado das 10h00 às 17h00, entre o dia 01 de Outubro e 14 de Fevereiro (horário de inverno), e das 10h00 às 18h00 entre o dia 15 de Fevereiro e 30 de Setembro (horário de verão). Encerra ao Domingo, à segunda-feira e nos feriados. Nos Domingos e nos feriados poderão ser aceites visitas, mediante pré-reserva, com o mínimo de 48 horas de antecedência, no horário das 10h00 às 14h00.

A visita demora em média uma hora, e os bilhetes rondam entre os seis (bilhete de adulto) e dez euros (bilhete de família). Crianças até aos cinco anos têm entrada gratuita. Há preços especiais para estudantes, professores, maiores de 65 anos e cartão jovem. Serão também desenvolvidas actividades pedagógicas dirigidas a escolas, bem como iniciativas para abranger públicos variados para a comunidade científica, famílias e grupos sénior.

Comments: 1

  1. Parabens ao sr. Comendador Rui Nabeiro e a todos os seus felizes colaboradores.
    Esta é uma empresa genuinamente portuguesa que é um orgulho nacional e que deveria ser considerada como um exemplo de “saber fazer” ao mais alto nível.
    Estou desejoso de um dia poder conhecer este magnifico Centro e se possível também as instalações fabris.
    Até lá um abraço desejando a continuação de tanto sucesso merecido. António Lopes da Costa