Grândola – O Observatório da Canção de Protesto apresenta Baladas de Esperança

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No próximo dia 14 de novembro celebra-se, em Grândola, o legado do cantor e autor Adriano Correia de Oliveira. A sessão evocativa será composta por dois momentos: apresentação do livro Adriano: A Obra, de Octávio Fonseca, e por espetáculo musical de Duarte. 
A apresentação do livro ficará a cargo do autor Octávio Fonseca e do jornalista Pedro Tadeu. Neste trabalho é analisada a obra de Adriano, sob a perspetiva dos que estudaram a sua carreira.  
Adriano Correia de Oliveira foi um pioneiro na renovação da música popular portuguesa, ao lado de nomes como José Afonso, Fausto Bordalo Dias ou José Mário Branco. Com a sua música confrontou o Estado Novo e, posteriormente, celebrou as conquistas do 25 de abril de 1974. 
A iniciativa termina com um concerto de Duarte, que se fará acompanhar, em algumas músicas, pelo Grupo Coral “Vila Morena”. O fadista, natural de Évora e vencedor do prémio Carlos Paredes, apresenta um repertório influenciado pelo fado tradicional, com letras contemporâneas. Não faltarão, ainda, apontamentos de algumas das canções mais emblemáticas de Adriano Correia de Oliveira.  

Programa: 
14 de novembro, sábado, Cine Granadeiro – Auditório Municipal 
Baladas de Esperança 
16h00 | Apresentação de livro 
Adriano: A Obra, de Octávio Fonseca 
Pelo autor e Pedro Tadeu 

17h00 | Concerto 
Duarte, acompanhado pelo Grupo Coral “Vila Morena” 

* entrada gratuita, sujeita à lotação da sala 

O Observatório da Canção de Protesto (OCP) é um organismo resultante da parceria entre o Município de Grândola, entidade promotora, a Associação José Afonso, a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, e os institutos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa: Centro de Estudos em Música (CESEM), Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), e Instituto de História Contemporânea (IHC). Os seus objetivos são o estudo, a salvaguarda e a divulgação do património musical tangível e intangível da canção de protesto produzido durante os séculos XX e XXI, através da realização de iniciativas culturais diversas.