IMI Familiar – Tiago Abreu diz ter sido traído

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Tiago-abreuCOMUNICADO  do Vereador do CDS – Tiago Abreu

IMI Familiar – Tiago Abreu diz ter sido  traído por Nuno Mocinha

A 31 de agosto de 2015 fiz chegar, via e-mail, ao Sr. Presidente da Câmara uma proposta de ponto para a ordem de trabalhos da primeira reunião de Câmara de Setembro.

No dia 1 de Setembro o Senhor Presidente da Câmara despacha no sentido de o ponto ser agendado. (Junto cópia da proposta e do despacho).

Assim, e na primeira reunião de Setembro o ponto foi incluído na ordem de trabalhos, com a designação – IMI Familiar.
Durante a discussão do ponto o Senhor Presidente da Câmara solicitou-me que retirasse o mesmo (uma vez que apenas o proponente pode retirar um ponto) no sentido de aferir do impacto económico da medida. Eu na minha boa-fé e confiando na palavra de Nuno Mocinha assim fiz, pedi que o ponto fosse retirado.

Na segunda reunião de Setembro volta o ponto do IMI Familiar a constar da ordem de trabalhos, sendo a minha proposta a quem vem anexa aos documentos para a reunião. Tudo conforme o combinado.

Acontece que em cima das mesas de trabalho, no lugar pertencente a cada vereador estava uma “nova” proposta de IMI Familiar com exactamente as mesmas palavras da minha proposta, só que timbrada pela Câmara e assinada por Nuno Mocinha.
Nesse momento percebi que tinha sido enganado e que o pedido para retirar o ponto só existiu para dar oportunidade à Câmara de fazer um igual e ficar com os louros da proposta para si. O Vice-Presidente Manuel Valério que presidia à reunião mandou retirar novamente o ponto.

Hoje, dia 14 de Outubro, precisamente 44 dias depois de ter apresentado a proposta em nome do CDS volta o assunto à ordem de trabalhos, desta vez apenas com o documento da Câmara assinado por Nuno Mocinha.

Estas tácticas são-me familiares, tem sido aliás a grande parte da minha vida política, apresento propostas, o PS rejeita e apresenta-as depois como suas. Nunca me tinha era acontecido isto! Fica aqui a prova evidente que a cópia é sempre pior que o original.

Confiei em alguém que ajudei quando mais precisava, no verão de 2014, e fui literalmente traído.

No fim quem ganha são os elvenses com filhos que pagarão menos IMI, e é isso que no final do dia me faz dormir de consciência tranquila, o facto de trabalhar todos os dias em prol da comunidade.

O vereador do CDS

Tiago Abreu