Museu de Arte Contemporânea de Elvas recebeu diretor do Museu de Turim
O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) recebeu, no dia 29 de novembro de 2013, a visita do Diretor do Museu de Arte Contemporânea de Turim, o italiano Alcado Passione, assim como o Diretor da Cooperativa de atividades artísticas “Árvore” (Dr. Rui Silvestre) e do conhecido crítico de arte Alexandre Melo, acompanhados pelo artista plástico Julião Sarmento e pelo curador Dr. João Silvério.
Os visitantes foram recebidos pela Vice- Presidente da Câmara Municipal de Elvas, Dra. Elsa Grilo, e teceram as melhores considerações ao MACE e ao trabalho realizado.
O MACE apresenta até ao dia 31 de dezembro uma importante exposição monográfica de Julião Sarmento.
A visita das mais diversas personalidades nacionais e internacionais ao MACE é demonstrativa do interesse crescente por este espaço Elvense. Representam também o reconhecimento da qualidade do Museu que já é uma imagem de marca nos meios da arte em Portugal e no estrangeiro.
Nesta sua visita, o Diretor do Museu de Arte Contemporânea de Turim admirou o espaço e congratulou-se com o seu aproveitamento: “Gosto muito, gosto mesmo muito! É um espaço muito particular. Em Itália também temos um espaço histórico com arte contemporânea e resulta absolutamente! Este espaço é uma junção entre arte e arquitetura e dá-nos abertura e novas perspetivas.”
O Diretor da Cooperativa Árvore fez notar a complementariedade entre a exposição e o próprio museu elvense: “Julgo que para o próprio museu como para o próprio Julião é bom. As duas coisas complementam-se e ele fica a ganhar ter estado aqui como uma exposição destas e o museu também fica a ganhar por poder apresentar uma exposição tão completa da obra do Julião.”
Para o crítico de arte Alexandre Melo “foi encontrado um fio condutor e um conjunto de tópicos, de formas, de questões que vão sendo desdobradas e desenvolvidas ao longo da exposição através de uma grande diversidade de trabalhos, diversidade quer a nível dos meios, dos materiais utilizados, quer em termos das próprias datas. E essa capacidade de reunir, selecionar obras de diferentes épocas, diferentes períodos, diferentes técnicas e mostrar como através desses diferentes datas e períodos e técnicas passam os mesmos temas, as mesmas opções, nalguns casos até as mesmas formas, é muito impressivo e faz com que a própria exposição tenha uma marca distintiva muito própria.”
