Ponte de Sôr: A música do Mediterrâneo explode no Alentejo
XIX Edição do Festival Sete Sóis Sete Luas – A música do Mediterrâneo explode no Alentejo
Ponte de Sôr: 23 de Junho – 6 de Agosto
m cocktail das melhores músicas do Mediterrâneo em estreia nacional: a voz rouca e quente da cantora de Nápoles Pietra Montercovino, os intrumentos da Andaluzia e de Marrocos da Orquesta Chekara Flamenca, a flauta mágica de Franko Krajcar da Croácia, as melodias hipnotizantes do grupo israelita Esta; e ainda outras novidades: a produção original do Festival, o grupo multietnico 7Sóis.Med.Kriol.Orkestra, a música irreverente dos Tinturia da Sicília e o calor pugliese dos Folkabbestia.
A viagem do Festival Sete Sóis Sete Luas torna-se cada vez mais intensa e audaz: num momento histórico de reivindicações e de migrações, o Festival propõe um novo modelo de identidade mediterrânica, crescendo ao sol da solidariedade e ao ritmo do diálogo intercultural e comunicando com a costa atlântica do mundo lusófono.
Nascido entre Portugal e Itália, o Festival Sete Sóis Sete Luas desenrola-se, hoje, ao longo de um itinerário que conta já com 25 cidades em 10 países, entre os quais Itália, Portugal, Grécia, Espanha, França, Marrocos, Israel, Cabo Verde, Croácia e Brasil. O Festival envolve mais de 400 artistas, oferecendo cerca 150 concertos de música popular contemporânea, acompanhados de exposições de artes pláticas, contando com mais de 60 estreias nacionais e 180.000 espectadores anuais. Em Portugal, para além de realizar-se em Ponte de Sôr, o Festival passa também pela Alfândega da Fé (Trás-os-Montes), Castro Verde, Odemira, Reguengos de Monsaraz (Alentejo), Oeiras (Estremadura) e Madalena (Açores).
Em dezanove anos de vida, o Festival, com o apoio da Câmara Municipal de Ponte de Sôr, inventou o seu próprio género, descobrindo mil formas de reinterpretar a tradição popular de modo a torná-la mais apreciada, repleta de novos estilos e misturas musicais, e promovendo colaborações artísticas inéditas. Viagens e miragens sonoras que representam, meticulosamente, o ritmo pulsante do terceiro milénio.
