Rede de Turismo Militar, que inclui Elvas, é filão a explorar no turismo
A imagem do Forte da Graça ilustra um artigo do Expresso, onde se aborda o turismo militar como um filão a explorar no âmbito de novos e alternativos conteúdos turísticos para atrair cada vez mais visitantes.Neste artigo, também publicado na revista Exame, refere-se que os especialistas avisam que “se Portugal não oferecer novos e alternativos conteúdos turísticos, corre o risco de perder este estado de graça. O turismo militar pode ser um filão a explorar”.
Neste âmbito, no artigo onde se enumera alguns locais onde a história militar se encontra bem presente, e em que alguns já parte de rotas organizadas pela recém-criada Associação do Turismo Militar, surge o Roteiro da Defesa do Alentejo, que inclui Elvas.
Este roteiro apresenta vários pontos de interesse entre Estremoz e Elvas, num conjunto de 24 locais alusivos a batalhas e zonas fortificadas, entre outros.
Para além dos locais militares, estas rotas de turismo militar vão também incluir curiosidades, “histórias engraçadas contadas por personagens de cada época e espaços fora do comum, onde poderá desfrutar de experiências menos tradicionais, que farão parte das rotas de turismo militar, em fase de desenvolvimento um pouco por todo o país”, refere o Expresso.
O artigo adianta ainda que “as primeiras rotas, no Alentejo e Centro, já estão prontas e os locais da História preparados para receber os turistas, dos oito aos 80 anos.
Desta rota de turismo militar, para além do Roteiro da Defesa do Alentejo, que inclui a Elvas cidade Património Mundial e Estremoz, fazem parte o Museu Militar de Almeida; Museu Militar do Buçaco; Roteiro dos Templários, num total de 14 locais; Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota; Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro; Torres Vedras – Rota das Linhas de T
CME
