Minas de Aljustrel: Objectivo é recuperar os 200 postos de trabalho – Manuel Pinho

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O ministro da Economia disse ontem que o objectivo do contrato com a MTO é recuperar os 200 postos de trabalho originais nas Pirites Alentejanas, incluindo Aljustrel, e o novo projecto de Gavião a concluir em três anos.

    “O objectivo é que o conjunto do novo projecto do Gavião e mais a manutenção de Aljustrel no seu total crie um mínimo de empregos estáveis, pelo menos igual ao número de empregos que existia quando Aljustrel estava ser explorada”, disse o ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, na Comissão parlamentar dos Assuntos Económicos, Desenvolvimento Regional e Inovação, convocada a pedido do PCP para discutir esta questão.

    Manuel Pinho sublinhou ainda que “o objectivo é recuperar os 200 postos de trabalho originais” e adiantou que o projecto do Gavião vai “demorar dois ou três anos a ser desenvolvido”.

    “Dentro de três anos, quando estiver terminada a mina do Gavião é provável que as cotações [dos minérios] já tenham recuperado”, disse Manuel Pinho, defendendo a necessidade de se “olhar para um contrato de investimento para o desenvolvimento do Gavião e mais galerias em Aljustrel”.

    O governante explicou que o contrato assinado entre o Estado e a Lundin Mining em Maio de 2006 “previa a criação de um total de 147 postos de trabalho, mas na realidade foram criados 200 postos”.

    “Ou seja, mais 53 do que os que estavam previstos. Isto na altura da exploração máxima”, afirmou Manuel Pinho, acrescentando que com as rescisões, houve uma redução de 100 postos de trabalho”.

    O contrato de compra e venda entre a Lundin Mining e a MTO, a ‘holding’ familiar dos irmãos Carlos e Jorge Martins, accionistas da Martifer, deverá ser assinado na próxima semana.

   

    JMG

    Lusa/Tudoben

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