Resumo das intervenções da Vereadora Margarida Coelho de Paiva, na Reunião de Câmara de 12.08.26
Comunicado: PSD Elvas
Na reunião de Câmara de 12 de agosto, a vereadora do PSD Margarida Coelho de Paiva voltou a confrontar o executivo com vários problemas de
degradação, falta de manutenção e segurança no concelho, apresentando registos fotográficos da Ponte das Hortas, da muralha junto ao Hotel S. João
de Deus, dos contentores subterrâneos e do separador central da Avenida de Badajoz.
Foram ainda pedidos esclarecimentos sobre os semáforos das Portas de Olivença, o atraso na empreitada dos campos de futebol, a execução da
proposta de modernidade e acessibilidade urbana e do Mercado Municipal e a falta de seguimento da proposta da Junta de Freguesia da Assunção para
a execução de vários passeios.
Especial preocupação mereceu a segurança contra incêndios no parque de estacionamento subterrâneo, perante informações sobre alegadas falhas
nas mangueiras, extintores, ventilação e boca de incêndio.
O PSD apresentou ainda recomendações para a intervenção no Forte de Santa Luzia e para a colocação de lombas em três arruamentos de Santa
Luzia, além de insistir numa resposta ao requerimento sobre veículos abandonados.
Na mesma reunião, Margarida Coelho de Paiva apresentou uma proposta para que Elvas manifestasse formalmente ao Governo interesse em acolher
a Grande Área Empresarial do Interior Alentejo, defendendo que a localização fronteiriça e as ligações ferroviárias e rodoviárias colocam o
concelho numa posição que nenhum outro município da região pode replicar.
A vereadora recordou que dos 150 hectares previstos no PDM para a nova Zona Industrial de Elvas apenas cerca de 15 estão hoje adquiridos, e
que o próprio processo de alteração ao Plano de Pormenor que permite avançar com esses terrenos só foi retomado depois de ter questionado o
executivo sobre um aviso que se encontrava caducado desde 2023.
A proposta foi chumbada, com o executivo a invocar contactos já desenvolvidos com o Governo e a apresentar um dossier cuja capa,
ostentava a data de 2020.
Para Margarida Coelho de Paiva, o chumbo não muda o essencial, “se Elvas ficar de fora desta oportunidade, não vai ser por falta de proposta, vai ser
por quem devia ter preparado o concelho a tempo e não preparou.”
